Nosso amigo Ricardo da equipe de Marketing da Grupo HR, postou agora pouco em nosso Twitter sobre os bancos grandes comprando as carteiras de consignado dos pequenos. A informação procede.
O Banco do Brasil está estudando a aquisição de cerca de R$ 3 bilhões em carteiras de crédito. Entretanto, o Itaú informou nesta terça-feira, 14, por meio de sua assessoria de imprensa, que fechou acordo para a compra de carteiras de crédito consignado de outras instituições. Será que é a carteira do BMG? Bonsucesso? A lista é grande. Bradesco, Unibanco e Santander também anunciaram a compra de carteiras.
Será que o consignado deixará de ser um produto que favorecia o especialista e o guerrilheiro? Meu ex-professor e eterno mestre Francisco Madia, em sua entrevista para a edição passada da revista HR Consignado, disse acreditar muito mais em um especialista do que em um generalista. Fato. Pensem no raio lazer, sua força é ridícula perto da força do sol. Porém, se você ir a praia e usar creme solar, o máximo que ficará é com a pele vermelhinha. Agora, experimente colocar seu dedo por algum tempo na frente de um raio lazer... Foco meus amigos. Essa é a palavra mágica do Marketing de qualidade.
Sou muito mais um profissional de Marketing com interesse em todos os mercados e indústrias, do que um executivo do mercado financeiro. Porém, por mais que me doa, tenho que admitir que com todo esse terror econômico que estamos vivendo, a mais importante das Leis de Marketing será muito provavelmente contrariada. Sai Cruzeiro do Sul, Schain, Paraná Banco... Entra Bradesco, Itaú, BB entre outros. O generalista (aquele que vende tudo para todos) entra em cena agora, com mais funding, poder de escala e mais profissionalismo sim senhor.
No final das contas, o que acompanharemos é uma mudança brutal na cultura de todos envolvidos com o mercado. Precisaremos nos adaptar as comissões menores por causa da redução de nosso poder de barganha. Também precisaremos nos adaptar a mais uma dose de burocrácia e gesso, que é presente em organizações maiores. Precisaremos aprender a seguir e respeitar processos. A engolir mais sapos...
Meu medo maior é se crescerão os olhos e inventarão de pagar sobre carteira. Ai começarei a ficar mais preocupado do que já estou. Talvez ai meus amigos, até abrir uma locadora (meu Deus!) seja mais animador do que nossa batalha desse lado da ponte.
Gabriel sem meias palavras
Interaja com a HR
O Banco do Brasil está estudando a aquisição de cerca de R$ 3 bilhões em carteiras de crédito. Entretanto, o Itaú informou nesta terça-feira, 14, por meio de sua assessoria de imprensa, que fechou acordo para a compra de carteiras de crédito consignado de outras instituições. Será que é a carteira do BMG? Bonsucesso? A lista é grande. Bradesco, Unibanco e Santander também anunciaram a compra de carteiras.
Será que o consignado deixará de ser um produto que favorecia o especialista e o guerrilheiro? Meu ex-professor e eterno mestre Francisco Madia, em sua entrevista para a edição passada da revista HR Consignado, disse acreditar muito mais em um especialista do que em um generalista. Fato. Pensem no raio lazer, sua força é ridícula perto da força do sol. Porém, se você ir a praia e usar creme solar, o máximo que ficará é com a pele vermelhinha. Agora, experimente colocar seu dedo por algum tempo na frente de um raio lazer... Foco meus amigos. Essa é a palavra mágica do Marketing de qualidade.
Sou muito mais um profissional de Marketing com interesse em todos os mercados e indústrias, do que um executivo do mercado financeiro. Porém, por mais que me doa, tenho que admitir que com todo esse terror econômico que estamos vivendo, a mais importante das Leis de Marketing será muito provavelmente contrariada. Sai Cruzeiro do Sul, Schain, Paraná Banco... Entra Bradesco, Itaú, BB entre outros. O generalista (aquele que vende tudo para todos) entra em cena agora, com mais funding, poder de escala e mais profissionalismo sim senhor.
No final das contas, o que acompanharemos é uma mudança brutal na cultura de todos envolvidos com o mercado. Precisaremos nos adaptar as comissões menores por causa da redução de nosso poder de barganha. Também precisaremos nos adaptar a mais uma dose de burocrácia e gesso, que é presente em organizações maiores. Precisaremos aprender a seguir e respeitar processos. A engolir mais sapos...
Meu medo maior é se crescerão os olhos e inventarão de pagar sobre carteira. Ai começarei a ficar mais preocupado do que já estou. Talvez ai meus amigos, até abrir uma locadora (meu Deus!) seja mais animador do que nossa batalha desse lado da ponte.
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4 comentários:
ACREDITO QUE SEJA UMA TEDENCIA NORMAL PAGAR SOBRE CARTEIRA. ACREDITO AINDA QUE SOMENTE OS BANCOS GRANDES FICARÃO, PAGANDO COMISSÃO BAIXA. PENSO QUE DE CERTA FORMA É UMA MANEIRA DE ORGANIZAR A "BAGUNÇA" QUE VIROU O CONSIGNADO.
ENTRETANTO, SE ISSO OCORRER, DEVE SER DE MANEIRA GRADATIVA. CASO CONTRÁRIO, TOMOS MORREREMOS.
QUANTO AO COMENTÁRIO DO PROF MADIA, ONDE FAZ ANALOGIA ENTRE O SOL E LASER. MUITO INTELIGENTE E CORRETO
R. LUIZ
Visualizo que teremos num futuro "perto" os grandes bancos com as melhores carteiras e aí fica a pergunta: Onde estarei nesse negócio?
Será que vai ter vaga para trabalhar na rua como funcionário do Itai abordando pessoas? Rssssss.
Vou ajuntar grana e comprar uma carteira !!!rssss
Ricardo Matos
AS grandes promotoras precisam desesperadamente de uma associação que as representem na mídia e no mercado. Uma associação que defenda seus interesses sériamente.
Roberto? Ricardo? Vanusa? Qual a opinião de vocês? Falem pra gente!
Gabriel, concordo com você, as grandes promotoras precisam sim, de uma associação que as representem e que lutem por ela, principalmente junto ao Governo Federal. Se tudo ficar só na mão dos grandes bancos, já imaginaram o tamanho do desemprego no setor?
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